Sem Mim, nada podeis fazer. (Jo 15,5)

Sem Mim, nada podeis fazer. (Jo 15,5)


Nada te pertube, nada de espante. Tudo passa. Deus não muda. A paciência tudo alçança. Quem a Deus tem, nada lhe falta. Só Deus basta!
Santa Tereza de Ávila

sábado, 11 de abril de 2020

Via - Sacra da Ressurreição


A ressurreição de Jesus Cristo foi dos acontecimentos mais marcantes e importantes de toda a Bíblia. Foi a primeira ressurreição para a eternidade com um corpo transformado (1 Coríntios 15:20). A ressurreição de Jesus Cristo é um sólido fundamento da fé cristã. 

Mateus 28:6 - Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia. O coração endurecido nos impede de perceber a atividade de Deus no mundo. Enquanto as mulheres estavam a lamentar a morte de Cristo, o Pai Celestial trabalhava para revelar a humanidade o túmulo vazio, e a realidade da ressurreição do Salvador. O sepulcro vazio é nossa fonte de esperança. Deus está no controle de tudo; a morte foi vencida; Cristo está vivo! Pare de lamentar! Acredite que o Senhor está no controle! O bem vencerá, e nós viveremos para sempre com Ele.
Maria Madalena vai ao sepulcro, vê a pedra retirada e chama os apóstolos. O Discípulo Amado e Pedro vão verificar o acontecido. O Discípulo Amado viu e acreditou (Jo 20,1-10). Maria Madalena reencontra Jesus e tem uma experiência de ressurreição (Jo 20,11-18).

 “Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles” (Lc 24,15). O relato dos discípulos de Emaús revela-nos que o conhecimento de Jesus Cristo, a amizade com Ele, a inserção na comunidade dos seus seguidores(as) e o testemunho de sua ressurreição são progressivos.
 Jesus é reconhecido ao partir o pão, tanto que os discípulos dizem: “fica, conosco senhor”. Jesus Ressuscitado vai, mas, permanece na Eucaristia. Permanece vivo e verdadeiro. Na Eucaristia, Jesus dá tudo. O pão não é o sinal de seu desejo de tornar-se nossa comida; o cálice não é só um sinal de sua disposição de ser nossa bebida. Pão e vinho tornam-se seu corpo e seu sangue no ato de dar. O pão, de fato, é seu corpo dado por nós; o vinho é o sangue vestido por nós. Enquanto Deus se torna inteiramente presente por nós em Jesus, da mesma forma Jesus torna-se inteiramente presente para nós no pão e no vinho da Eucaristia.
Para provar que não é uma aparição nem fruto da imaginação deles, mas que é uma pessoa de carne e osso, Jesus mostra as mãos e os pés, e diz: “Por que estão aflitos e por que surgem dúvidas no seu coração? Vejam minhas mãos e meus pés, que sou eu mesmo. Toquem-me e vejam, pois um espírito não tem carne nem ossos assim como vocês veem que eu tenho.” (Lucas 24:36-39) Eles estão muito felizes e maravilhados, mas ainda acham difícil acreditar
 No próprio dia da Páscoa Jesus vem entregar o Dom do Espírito Santo aos seus discípulos. Este Dom garante a continuação da missão de Jesus no mundo. A missão de dar a paz e de tirar o pecado do mundo: “A paz esteja convosco” (Jo 20, 19); “Aqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados” (Jo 20, 23). É o próprio Jesus agindo por meio de sua Igreja. 
 Tomé, ao ver Jesus, ficou muito comovido, recuando a timidamente um pouco. Jesus, porém, tomou com a mão direita a mão direita de Tomé e segurando-a pelo dedo indicador, colocou a ponta desse dedo na chaga da mão esquerda. Depois tomou com a esquerda a outra mão de Tomé e pôs-lhe os dedos na chaga da mão direita; levou a mão direita de Tomé ao peito, sob a roupa, sem descobrir o peito, pondo-lhe o indicador e o médio na chaga do lado. Disse então algumas palavras, que não me recordo mais. Tomé, porém, exclamou: “Meu Senhor e meu Deus!” e caiu desmaiado por terra, enquanto Jesus ainda o segurava pela mão. Os que estavam perto, socorreram-no e Jesus levantou-o pela mão.
 Os discípulos viram o dia amanhecer, mas viram um homem e não sabiam que era Jesus. O próprio Jesus chega até eles e pergunta: “Vocês tem alguma coisa para comer?” Eles não tinham e Jesus disse-lhes: “Lançai as redes à direita do barco e vocês acharão o que precisam para comer”.
 “E eu te declaro: Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a Minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mt 16,18-19).
Jesus chamou os doze discípulos e lhes deu poder e autoridade para expulsar todos os demônios e curar doenças. 2 Então os enviou para anunciarem o Reino de Deus e curarem os doentes. 3 Ele disse:— Nesta viagem não levem nada: nem bengala para se apoiar, nem sacola, nem comida, nem dinheiro, nem mesmo uma túnica a mais. 4 Quando vocês entrarem numa cidade, fiquem na casa em que forem recebidos até irem embora daquele lugar. 5 Mas, se forem mal recebidos, saiam logo daquela cidade. E na saída sacudam o pó das suas sandálias, como sinal de protesto contra aquela gente.6 Os discípulos então saíram de viagem e andaram por todos os povoados, anunciando o evangelho e curando doentes por toda parte.

 7 Ele lhes respondeu: “Não lhes compete saber os tempos ou as datas que o Pai estabeleceu pela sua própria autoridade. 8 Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra”.
9 Tendo dito isso, foi elevado às alturas enquanto eles olhavam, e uma nuvem o encobriu da vista deles. 10 E eles ficaram com os olhos fixos no céu enquanto ele subia. De repente surgiram diante deles dois homens vestidos de branco, 11 que lhes disseram: “Galileus, por que vocês estão olhando para o céu? Este mesmo Jesus, que dentre vocês foi elevado aos céus, voltará da mesma forma como o viram subir”.
Depois da deposição de Jesus no sepulcro, Maria “é a única que permanece a ter viva a chama da fé, preparando-se para acolher o anúncio jubiloso e surpreendente da ressurreição” . A espera vivida no Sábado Santo constitui um dos momentos mais altos da fé da Mãe do Senhor: na obscuridade que envolve o universo, Ela entrega-se plenamente ao Deus da vida e, recordando as palavras do Filho, espera a realização plena das promessas divinas.
 Quando Jesus subiu aos céus, não deixou a sua Igreja órfã.
“Não vos deixarei órfãos. Voltarei a vós” (Jo 14,18).
Deu aos discípulos a certeza de ficar com eles até o fim do mundo. “Eis que estou convosco todos os dias até o fim do mundo” (Mt 28-20).
E, para não deixar a Igreja órfã, mandou o Seu Espírito: “Depois… soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo” (Jo 20,22) .


Nós, porém, segundo sua promessa, esperamos novos céus e uma nova terra, nos quais habitará a justiça.
Portanto, caríssimos, esperando estas coisas, esforçai-vos em ser por ele achados sem mácula e irrepreensíveis na paz.

2 Pedro 3:13,14

As gravuras são da Paulinas

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Bençâo para o Banho

           
EU VOS ADORO, TRINDADE SANTA,
QUE DISSESTES:
"DERRAMAREI SOBRE VÓS UMA ÁGUA PURA
E SEREIS PURIFICADOS DE TODAS AS VOSSAS IMUNDÍCIES
E VOS DAREI UM CORAÇÃO NOVO"
LAVAI-ME DE TODA IMPUREZA
OU DOENÇA ACUMULADA EM MEU SER
E DAI-ME UM CORAÇÃO NOVO
COMO É DO VOSSO AGRADO.
QUEM O ANJO DA ÁGUA ME LAVE
E RENOVE TODO O MEU SER, AMÉM! 
Bailado Do Anjo Da água No Azul Imagem de Stock - Imagem de forma ...
sugiro copiar a oração e colocar na parede do banheiro pra ler enquanto se lava.

sexta-feira, 27 de março de 2020

A Lenda do Alecrim

                              Lenda Alecrim - Sites - Portal das Missões
    Dizem que quando a sagrada família fugiu para o Egito com Maria levando em seus braços o menino Jesus, as flores do caminho iam se abrindo à medida que eles passavam por elas. O lilás ergueu seus galhos orgulhosos e emplumados, o lírio abriu seu cálice. O alecrim, sem pétalas nem beleza, entristeceu lamentando não poder agradar o menino.
    Cansada, Maria parou à beira do Rio e, enquanto a criança dormia, lavou suas roupinhas. Em seguida, olhou a seu redor, procurando um lugar para estendê-las.

    - O lírio quebrará sob o peso, e o lilás é alto demais.
     Colocou-as então sobre o alecrim e ele suspirou de alegria, agradeceu de coração a nova oportunidade e as sustentou ao Sol durante toda a manhã.
     - Obrigada, gentil alecrim! - disse Maria.
     - Daqui por diante ostentarás flores azuis para recordarem o manto azul que estou usando. E não são apenas flores te dou em agradecimento, mas todos os galhos que sustentaram as roupas do pequeno Jesus serão aromáticos. “Eu abençoo folha, caule e flor, que a partir deste instante terão aroma de santidade e emanarão alegria.”  

quinta-feira, 26 de março de 2020

Fábula da Verdade


Um dia, a Verdade andava visitando os homens sem roupas e sem adornos, tão
nua como o seu nome.E todos que a viam viravam-lhe as costas de vergonha
ou de medo e ninguém lhe dava as boas vindas.
Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, rejeitada e desprezada.

Uma tarde, muito desconsolada e triste, a verdade encontrou
a Parábola, que passeava alegremente, num traje
belo e muito colorido.

- Verdade, porque estás tão abatida?
- perguntou a Parábola.
- Porque devo ser muito feia já que os homens
me evitam tanto!
- Que disparate! - riu a Parábola - não é por isso
que os homens te evitam.Toma, veste algumas das
minhas roupas e vê o que acontece.
                                               
Então a Verdade pôs algumas das lindas vestes
da Parábola e, de repente, por toda à parte onde passava
era bem vinda.
- Pois os homens não gostam de encarar a
Verdade nua; eles a preferem disfarçada."
(Conto Judaico)


Reflita....

terça-feira, 10 de março de 2020

A ORIGEM DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE QUE TEVE INÍCIO EM 1961


Todos os anos, a Igreja no Brasil mobiliza todas as comunidades e paróquias a viver, no período da Quaresma, a Campanha da Fraternidade. Esta campanha teve início em 1961, quando três padres que trabalhavam na Cáritas Brasileira, um dos organismos da CNBB, planejaram uma campanha para arrecadar recursos a fim de financiar as atividades assistenciais da instituição. À essa ação, eles batizaram de “Campanha da Fraternidade”. Na Quaresma de 1962 foi realizada pela primeira vez a Campanha da Fraternidade na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte.
Devido ao bom êxito da experiência, no ano seguinte 16 dioceses do Nordeste também realizaram a campanha em suas comunidades. Esse projeto foi o embrião para a concepção do projeto da Campanha da Fraternidade que, mais tarde, seria assumida como uma ação da Igreja no Brasil como gesto concreto no período da Quaresma.
A Campanha da Fraternidade e o Concílio Vaticano II
Para estender a Campanha da Fraternidade a todas as dioceses do Brasil, era necessário fundamentar e estruturar seu projeto. Também em 1962 teve início na Igreja Católica o Concílio Vaticano II – reuniões nas quais os prelados discutiram e regulamentaram vários assuntos da Igreja. E essa foi a oportunidade que a Igreja no Brasil encontrou para conceber e estruturar melhor o projeto da Campanha da Fraternidade.
Ao longo de 4 anos seguidos, os bispos participaram em Roma das sessões do Concílio (1962 a 1965) e de inúmeras reuniões, diversos estudos e momentos de trocas de experiências. E foi assim, sob o espírito renovador do Concílio, que definiram o que seria a Campanha da Fraternidade para toda a Igreja no Brasil. Porém, não apenas isso: o tempo do Concílio foi oportuno também para a concepção e estruturação do Plano Pastoral de Emergência e o Plano de Pastoral de Conjunto, para o desencadeamento da Pastoral Orgânica e outras iniciativas de renovação eclesial.
Adesão das Comunidades Brasileiras
Depois de os padres terem estruturado e organizado como aconteceriam as Campanhas da Fraternidade, alguns passos foram determinantes para estabelecê-la como uma ação nacional.
20 de dezembro de 1964 – Os bispos brasileiros aprovaram o texto que fundamentava a ação. O documento recebeu o nome de Campanha da Fraternidade – Pontos Fundamentais apreciados pelo episcopado em Roma.
1965 – Cáritas e a Campanha da Fraternidade passaram a estar vinculados diretamente ao Secretariado Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Desde então, a CF passou a ser coordenada pela CNBB. Durante a transição foi ajustada a estruturação básica das campanhas.

1967 – A CNBB passou a redigir um subsídio mais completo para a Campanha da Fraternidade, ano após ano. Também em 1967 tiveram início os encontros nacionais da Coordenação Nacional e encontros de coordenações regionais da CF.
1970 – A Campanha da Fraternidade passou a ter o apoio do Pontificado Romano. Desde então, todos os anos o papa publica uma mensagem transmitida pelos meios de comunicação dando apoio apoio
1971 – A presidência e a Comissão Episcopal de Pastoral passaram a participar também dos encontros nacionais das Coordenações Nacional e Regionais da Campanha da Fraternidade.
Despertando a solidariedade, a consciência e ação social
Desde a sua primeira ação, em 1962, até os dias de hoje, a Campanha da Fraternidade é uma ação ampla de evangelização realizada anualmente no tempo da Quaresma. O principal objetivo é despertar a solidariedade dos cristãos e da sociedade a respeito de um problema real que atinge a sociedade brasileira, buscando caminhos e soluções para enfrentar e solucionar tais problemas.
1964
Igreja em Renovação
Lembre-se: você também é Igreja
1965
Paróquia em Renovação
Faça de sua paróquia uma comunidade de fé, culto e amor
1966
Fraternidade
Somos responsáveis uns pelos outros
1967
Corresponsabilidade
Somos todos iguais, somos todos irmãos
1968
Doação
Crer com as mãos!
1969
Descoberta
Para o outro, o próximo é você
1970
Participação
Ser cristão é participar
1971
Reconciliação
Reconciliar
1972
Serviço e Vocação
Descubra a felicidade de servir
1973
Fraternidade e libertação
O egoísmo escraviza, o amor liberta
1974
Reconstruir a casa
Onde está teu irmão?
1975
Fraternidade é repartir
Repartir o Pão
1976
Fraternidade e Comunidade
Caminhar juntos
1977
Fraternidade na Família
Comece em sua casa
1978
Fraternidade no mundo do trabalho
Trabalho e justiça para todos
1979
Por um mundo mais humano
Preserve o que é de todos
1980
Fraternidade no mundo das Migrações, Exigência da Eucaristia
Para onde vais?
1981
Saúde e Fraternidade
Saúde para todos
1982
Educação e Fraternidade
A verdade vos libertará
1983
Fraternidade e Violência
Fraternidade sim, violência não
1984
Fraternidade e Vida
Para que todos tenham vida
1985
Fraternidade e Fome
Pão para quem tem fome
1986
Fraternidade e Terra
Terra de Deus, Terra de irmãos
1987
Fraternidade e o Menor
Quem acolhe o menor, a mim acolhe
1988
Fraternidade e o Negro
Ouvi o clamor deste povo!
1989
Fraternidade e a Comunicação
Comunicação para a verdade e a paz
1990
Fraternidade e a Mulher
Mulher e Homem: Imagem de Deus
1991
A Fraternidade e o Mundo do Trabalho
Solidários na dignidade do Trabalho
1992
Fraternidade e Juventude
Juventude – caminho aberto
1993
Fraternidade e Moradia
Onde moras?
1994
Educação e a Família
A Família, como vai?
1995
A Fraternidade e os Excluídos
Eras tu, Senhor?!
1996
Fraternidade e Política
Justiça e Paz se abraçarão
1997
A Fraternidade e os Encarcerados
Cristo liberta de todas as prisões
1998
Fraternidade e Educação
A Serviço da Vida e da Esperança
1999
Fraternidade e os desempregados
Sem trabalho…Por quê?
2000
Dignidade Humana e Paz (ecumênica)
Novo Milênio sem Exclusões
2001
Fraternidade e as Drogas
Vida sim, Drogas não
2002
Fraternidade e Povos Indígenas
Por uma terra sem males
2003
Fraternidade e Pessoas Idosas
Vida, Dignidade e Esperança
2004
Fraternidade e Água
Água, fonte de Vida
2005
Solidariedade e Paz (ecumênica)
Felizes os que promovem a Paz
2006
Fraternidade e Pessoas com Deficiência
Levanta-te, vem para o meio!
2007
Fraternidade e Amazônia
Vida e Missão neste chão
2008
Fraternidade e Defesa da Vida
Escolhe, pois, a Vida
2009
Fraternidade e Segurança Pública
A Paz é fruto da Justiça
2010
Economia e Vida (ecumênica)
Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro
2011
Fraternidade e a Vida no Planeta
A criação geme em dores de parto
2012
Fraternidade e saúde pública
Que a saúde se difunda sobre a terra!
2013
Fraternidade e Juventude
Eis-me aqui, envia-me!
2014
Fraternidade e Tráfico Humano
É para a liberdade que Cristo nos libertou
2015
Fraternidade: Igreja e Sociedade
Eu vim para servir
2016
Casa Comum, Nossa Responsabilidade
Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca
2017
Fraternidade: Biomas brasileiros e defesa da vida
Cultivar e guardar a criação
2018
Fraternidade e superação da violência
Vós sois todos irmãos
2019
Fraternidade e Políticas Públicas
Serás libertado pelo direito e pela justiça
2020
Fraternidade e Vida: Dom e Compromisso
Viu, sentiu compaixão e cuidou dele

FONTE: CNBB/PORTAL KAIRÓS